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quarta-feira, agosto 22nd, 2012 | Author:

ESTAMPA COM TIGRE E CANGA EM TONS DE TERRA.
Material: 90 cm de crepe de chine de seda natural amarelo com 90 cm de largura (para estampar o tigre); 1,40 m de voai de seda pura amarelo-ouro de 1,40 m de largura (para a canga); corantes para fibra protéica nas cores amarela, cobre e preta; cera para batik em tingimento; fixador para fibras protéicas, bastidor de madeira de 1,40 mx 1,40 m; ferramenta tjan-ting de 1 bico; bloco tjapde estamparia (carimbo); pincéis para cera n” 8, 14, 18 e 22; bacia própria para tingimento (na falta desta, pode usar uma bacia de plástico comum); lápis de grafite mole 6B ou crayon de cera; jornal, papel Kraft; ferro de passar; percevejos; luvas de plástico.

ESTAMPA COM TIGRE.
Técnica: batik javanês.
Com o lápis ou o crayon, estampe a figura do tigre em diagonal no centro do tecido, que deverá estar preso no bastidor. Derreta a cera no aque cedor elétrico ou em banho-maria. Com a ferramenta tjanting, faça ums máscara de cera pelos contornos deixando as listras, olhos, focinho unhas e dentes vazados. Preencha o corpo do tigre com cera, usando os pincéis maiores e menores, de acor do com o tamanho da área. Prepare os corantes amarelo e cobre. Na bacia de tingimento misture 4 partes de corante cobre para 6 de amarelo Quando a temperatura do coranti atingir mais ou menos 50°C,mergue lhe o tecido e deixe de molho por 40 minutos. Mexa de vez em quando para o corante penetrar por igual en toda a peça. Enxágue e seque. Esten da o tecido no bastidor. Derreta cera. Com a ferramenta tjanting, de senhe as rachaduras no tecido. Cu bra a área de fora com a cera. Prepa re o corante preto. Coloque na baci de tingimento. Espere o corante gir 50’C e mergulhe o tecido. Deix 40 minutos de molho. Enxágue seque. Remova a cera, conforme intruções indicadas no item Remoção da cera. Caso o tecido fique oleoso, lave com Varsol.

CANGA.
Técnica: batik indonésio rap.
Estenda o tecido no bastido. Colo que a cera numa assadeira ou traves-sa grande e esquente em banho-maria. Mergulhe o carimbo na cera e carimbe sobre o tecido, compondo vários listrados. Entre os carimbos aplique a cerca com o pincel redon do, formando um traçalo irregular. Prepare o corante cobre. Despeje na bacia de tingimento, deixe amornar e deixe o tecido de molho por 40″ minutos. Enxágue e seque. Estenda o tecido sobreo bastidor. Esquente a cera e aplique entre os traços. Aplique a Cera na parte vazad do padrão do carimbo, dando uma leve sombra entre as formas. Prepare o corante preto. Amasse levemente o tecido com a mão para quebrar a camada de cera e dar o efeito de craquelado. Deixe o tecido de molho durante 40 minutos. Enxágue, seque e remova a cera. Se necessário, lave o tecido com Varsol.

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sábado, agosto 21st, 2010 | Author:

Tecnica do batik

Paciência e sensibilidade: em sua origem, o batik era uma arte das mulheres.
A lavagem:
Retire o excesso de pigmento lavando o tecido em água corrente. Estique a seda em um varal para secar.
A remoção da cera
Monte um sanduíche com uma camada de jornal, outra com o tecido bem seco e finalize com mais jornal. Repouse o ferro quase frio sobre o jornal e espere 5 minutos. Repita a operação por toda a extensão do tecido. Assim, a cera derrete e é absorvida pelo jornal. Antes de começar esta etapa, faça um teste numa das pontas da seda. Se o jornal soltar tinta, use papel Kraft. Com o calor do ferro, o excesso de cera vai embora, deixando uma pequena e útil camada que impermeabiliza a seda. Quando acabar, sinta o tecido nas mãos; se estiver empapelado e meio quebradiço, tire o restante da cera com um removedor doméstico e água.

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sexta-feira, agosto 20th, 2010 | Author:

Fazer tecnica de batik

MATERIAL
• xantungue de seda pura
• bastidor de madeira quadrado
• cera virgem de abelha
• parafina
• estearina mineral
• pigmento violeta
• ácido acé/ico especial para pintura em tecido
• água
• jornal ou papel Krafl
• recipiente refralãrio de barro
• pincel de cerda vegetal
• panela
• espirileira
• luvas de borracha
EXECUÇÃO:
1. A seda:
Para estender o tecido no bastidor, fixe-o por toda a volta com tachinhas. É importante que a seda fique completamente esticada.
2. A cera:
Misture no recipiente refratário uma proporção de 60% de cera virgem com 35% de parafina e 0,5% de estearina mineral. Aqueça a mistura em uma espiriteira até que a cera derreta. Essa temperatura é importante, pois se a mistura estiver muito quente pode queimar a seda; e, aplicada ainda fria, não penetrará no tecido.
3. A estampagem:
Molhe o pincel na cera, quadricule todo o tecido e preencha os quadrados com risquinhos côncavos(esta estampa lembra as tramas de uma cesta). Se preferir, trace o desenho com giz de costura e depois aplique a cera. Observe como o tecido reage à cera. Se uma camada esbranquiçada se formar, ela está fria. Pare o trabalho e esquente a mistura novamente. Em caso de fumaça, você já sabe, está queimando. Retire-a do fogo e deixe esfriar.
4. A tinturaria:
Prepare o corante: dilua 1 colher de café de pigmento – neste caso, violeta – para 100 ml de álcool ou água quente. Leia o rótulo do produto e descubra ali mesmo se o seu pigmento é solúvel em água ou álcool. Prepare a água: para tingir 1,40 x 1,40 m de seda (suficiente para revestir um sofá de dois lugares, por exemplo), dilua numa bacia de plástico 0 corante preparado acima em 3 litros de água quente. A temperatura deve estar perto dos 45°C. Para cada litro desse preparado, acrescente 1 colher de sopa de ácido acético (esse produto dá à água o pH ácido necessário para a cor penetrar na seda). Atenção, se a água estiver fervendo, a cera estampada no tecido pode dissolver. Teste a temperatura da água: ela deve estar quente, nunca fervendo. Não use recipientes metálicos. Nesse processo de fingimento, até o metal do ralo do tanque, por exemplo, pode interferir no resultado, e ai o tecido enruga. É hora de tingir mergulhe a seda no recipiente com a água já preparada e misture bem por uns 15 minutos.

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quinta-feira, agosto 19th, 2010 | Author:

batik

O artesão Celso Lima apaixonou-se pelo batik no início dos anos 90. quando assistiu à Opera de Java, em São Paulo. Voou ao Oriente atrás dos segredos dessa estamparia, mas pouco conseguiu. Encontrou, sim, uma indústria do batik. que não preservou as tradições c que trabalha em ritmo quase frenético para atender os turistas em férias nas muitas ilhas da Indonésia. Nada satisfeito, visitou museus, conheceu artesãos no interior de Java, resgatou as etapas originais dessa arte e adaptou-as para as possibilidades de hoje. Os padrões criados por Celso não celebram nascimentos e uniões, como no Oriente antigo, mas falam com a sensibilidade dos brasileiros. Cores fortes, tons contrastantes e estampas vivas estão prontas para vestir a sua casa.

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quarta-feira, agosto 18th, 2010 | Author:

Batik arte

Dos palácios javaneses para a sua casa.
Sabe aquele batik que enfeitava as roupas cie praia nos anos 70? Não é desse que talamos aqui. Voltamos na história 2 000 anos c mostramos uma adaptação dessa técnica nobre e elaboradíssima. na qual cera e pigmentos imprimem e tingem sedas, que um dia vestiu reis na África c na índia c sultõcs na Indonésia.

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