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segunda-feira, setembro 17th, 2012 | Author:

TAMPA COM COGUMELOS.

Material: caixa de madeira; massa Fimo nas cores azul, verde (vários tons), bege, rosa e amarela; Lecron n° 5 (instrumento dentário pontiagudo encontrado em lojas que vendem materiais para dentistas); azulejo; rolo de macarrão; goma-laca incolor; fogão a gásípincel.

lixe bem a caixa de madeira e retire o pó. Faça a superfície da tampa em azul. Amasse pequenos pedaços de massa Fimo até que fiquem bem elásticos. Com o auxílio de um rolo de macarrão, estique os pedacinhos de massa num azulejo até conseguir uma camada de mais ou menos lcm. Com ela, recubra totalmente a tampa. Amasse o verde, estique com o rolo e coloque por cima do azul até o meio da tampa para formar o lugar da grama, Trabalhe nessa área com o Lecron, formando sulcos que dão a aparência de grama. Para os cogumelos, modele, no bege, rolinhos para a base e bolinhas achatadas em forma de chapéu para a parte de cima (des. 1). Em tons de verde diferentes do da grama, prepare folhinhas e distribua pela grama (des. 2). Molde bolinhas de massa rosa e amarela e transforme-as em flores, que serão colocadas entre as folhas (des. 3). Aplique à volta da tampa um rolinho de massa verde e pressione para aderir na madeira parle de cima do cogumelo Leve ao forno em temperatura mínima de 130°C por 20 minutos. Deixe esfriar.

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sábado, setembro 15th, 2012 | Author:

TAMPA BORDADA.

Material: linha Stranded Cotton Mouliné Anchor nas cores indicadas na chave de sinais; 30 cm x 30 cm de cânhamo; agulha Darning
Corrente n” 8 (para o bordado); caixa sextavada de papelão ou kit para caixa sextavada (encontrado em ateliês especializados, como o Ateliê Cetim); manta acrílica nas medidas do tampo; 1 m de tecido florido (para forrar a caixa); cola Cascorez azul extra e tesoura para o revestimento.

Ponto empregado: ponto cruz Para confeccionar essa peça, siga a receita da Tampa Florida com Fitas, substituindo as partes que se referem ao tecido liso pelo cânhamo bordado em ponto cruz. No.diagrama, você tem o motivo completo do bordado. Centralize o tecido e borde, seguindo o diagrama e a chave de sinais.

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terça-feira, julho 05th, 2011 | Author:

Estampas em tecidos

LETRAS EM CINZENTO.
MATERIAL EMPREGUE: Linho. em cor branca, linha DMC Mouliné Especial, nes seguintes cores: bronco; prelo 310; cinzento 414 e 415; bege 435; bege 437 e bege 3064; lilás 554; cor-derosa 605, vermelho 606; cor-de-branja 741; amarelo 743 e 745; verde 3348, 470e 964. Pope! químico especial para bordado. Umo ogulha de bordar.
PONTOS EMPREGUES: Ponto plano e Ponto cheio:(ver pontos utilizados)
REALIZAÇÃO: Dividir o linho em 4 portes iguois com um alinhavo em cor contrastante. Transcrever o desenho, aue é dado em lamanho natural, para o linho, com a ajudo do papel químico especial para bordar. Bordar com 3 fios de linha DMC Mouliné Especiol e com a seguinte disposição, os lelrosem ponto cheio no cor cinzento 414 e os restontes motivos em ponlo plono nas diferentes cores. Ver fotografia, para a distribuição das cores.

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sábado, agosto 21st, 2010 | Author:

Tecnica do batik

Paciência e sensibilidade: em sua origem, o batik era uma arte das mulheres.
A lavagem:
Retire o excesso de pigmento lavando o tecido em água corrente. Estique a seda em um varal para secar.
A remoção da cera
Monte um sanduíche com uma camada de jornal, outra com o tecido bem seco e finalize com mais jornal. Repouse o ferro quase frio sobre o jornal e espere 5 minutos. Repita a operação por toda a extensão do tecido. Assim, a cera derrete e é absorvida pelo jornal. Antes de começar esta etapa, faça um teste numa das pontas da seda. Se o jornal soltar tinta, use papel Kraft. Com o calor do ferro, o excesso de cera vai embora, deixando uma pequena e útil camada que impermeabiliza a seda. Quando acabar, sinta o tecido nas mãos; se estiver empapelado e meio quebradiço, tire o restante da cera com um removedor doméstico e água.

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sexta-feira, agosto 20th, 2010 | Author:

Fazer tecnica de batik

MATERIAL
• xantungue de seda pura
• bastidor de madeira quadrado
• cera virgem de abelha
• parafina
• estearina mineral
• pigmento violeta
• ácido acé/ico especial para pintura em tecido
• água
• jornal ou papel Krafl
• recipiente refralãrio de barro
• pincel de cerda vegetal
• panela
• espirileira
• luvas de borracha
EXECUÇÃO:
1. A seda:
Para estender o tecido no bastidor, fixe-o por toda a volta com tachinhas. É importante que a seda fique completamente esticada.
2. A cera:
Misture no recipiente refratário uma proporção de 60% de cera virgem com 35% de parafina e 0,5% de estearina mineral. Aqueça a mistura em uma espiriteira até que a cera derreta. Essa temperatura é importante, pois se a mistura estiver muito quente pode queimar a seda; e, aplicada ainda fria, não penetrará no tecido.
3. A estampagem:
Molhe o pincel na cera, quadricule todo o tecido e preencha os quadrados com risquinhos côncavos(esta estampa lembra as tramas de uma cesta). Se preferir, trace o desenho com giz de costura e depois aplique a cera. Observe como o tecido reage à cera. Se uma camada esbranquiçada se formar, ela está fria. Pare o trabalho e esquente a mistura novamente. Em caso de fumaça, você já sabe, está queimando. Retire-a do fogo e deixe esfriar.
4. A tinturaria:
Prepare o corante: dilua 1 colher de café de pigmento – neste caso, violeta – para 100 ml de álcool ou água quente. Leia o rótulo do produto e descubra ali mesmo se o seu pigmento é solúvel em água ou álcool. Prepare a água: para tingir 1,40 x 1,40 m de seda (suficiente para revestir um sofá de dois lugares, por exemplo), dilua numa bacia de plástico 0 corante preparado acima em 3 litros de água quente. A temperatura deve estar perto dos 45°C. Para cada litro desse preparado, acrescente 1 colher de sopa de ácido acético (esse produto dá à água o pH ácido necessário para a cor penetrar na seda). Atenção, se a água estiver fervendo, a cera estampada no tecido pode dissolver. Teste a temperatura da água: ela deve estar quente, nunca fervendo. Não use recipientes metálicos. Nesse processo de fingimento, até o metal do ralo do tanque, por exemplo, pode interferir no resultado, e ai o tecido enruga. É hora de tingir mergulhe a seda no recipiente com a água já preparada e misture bem por uns 15 minutos.

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quinta-feira, agosto 19th, 2010 | Author:

batik

O artesão Celso Lima apaixonou-se pelo batik no início dos anos 90. quando assistiu à Opera de Java, em São Paulo. Voou ao Oriente atrás dos segredos dessa estamparia, mas pouco conseguiu. Encontrou, sim, uma indústria do batik. que não preservou as tradições c que trabalha em ritmo quase frenético para atender os turistas em férias nas muitas ilhas da Indonésia. Nada satisfeito, visitou museus, conheceu artesãos no interior de Java, resgatou as etapas originais dessa arte e adaptou-as para as possibilidades de hoje. Os padrões criados por Celso não celebram nascimentos e uniões, como no Oriente antigo, mas falam com a sensibilidade dos brasileiros. Cores fortes, tons contrastantes e estampas vivas estão prontas para vestir a sua casa.

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quarta-feira, agosto 18th, 2010 | Author:

Batik arte

Dos palácios javaneses para a sua casa.
Sabe aquele batik que enfeitava as roupas cie praia nos anos 70? Não é desse que talamos aqui. Voltamos na história 2 000 anos c mostramos uma adaptação dessa técnica nobre e elaboradíssima. na qual cera e pigmentos imprimem e tingem sedas, que um dia vestiu reis na África c na índia c sultõcs na Indonésia.

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