Ilumine com arte.
Reciclar velhos objetos já era uma diversão antes. Agora, faça deste prazer um presente para o seu bebê.
Sabe aquele abajur que ficou esquecido no canto da sala ou no sótão? Ele pode se transformar em onjeto principal ao lado da cadeira de amamentação. Você pode reformar (sozinha) a cúpula utilizá-lo para receber bem o seu filhinho. James Ben Elkis, artesão, usou papel reciclado, feito por ele mesmo, e furadores muito especiais para dar o céu ao bebê. Veja como é fácil repetir o efeito.
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Feira Internacional de Artesanato FIA – LISBOA.
Decorreu, entre 3 e 11 de Julho a Feira Internacional de Artesanato.
O certame teve lugar nas novas instalações da FIL, em Lisboa c decorreu com assinalávcl êxito. Entre os expositores encontrava-se Editorial Nascimento, com as suas revistas técnicas, rodas da área do Artesanato. Puderam os visitantes contactar com tapetes croche.
Novidades em PONTO CRUZ e Clássicos de Arraiolos. O nosso Stand foi muito concorrido e foi um prazer contactar com os nossos Leitores.
Finalmente chegam as tão apetecidas férias, no campo ou na praia, à luz do Sol que nos aquece ou no meio das árvores que nos oferecem a sombra. São as férias também das crianças que após um ano escolar, dá largas à sua imaginação e inventam as suas brincadeiras.
Ao escrevermos estas palavras recordamos o nosso tempo de infância onde a Vida era mais calma e o Mundo menos violento onde também criávamos as nossas discussões menos pré-fabricadas e mais livres as nossas emoções.
Alas enfim, é o tempo em que vivemos e naturalmente onde as férias de multidões cansadas e cheias de “stress”procuram um refúgio como quem procura um “par ais o perdido”.
E já agora aproveitemos este tempo de lazer para reflectirmos sobre a forma como vivemos e como corremos todos os dias, às vezes atrás de coisa nenhuma.
Cara leitora, fique com o seu coração e a sua alma em repouso e deixe que neste espaço de ‘tempo o seu pensamento leve à reflexão dos caminhos da vida…
“Pode ser que no silêncio do seu espirito encontre, sabe-se algumas vezes para entendermos e adoçarmos a nossa existência…
Apesar de tudo Boas Férias e Dom repouso.
Recortar e colar.
Découpage é a arte de aplicar gravuras em madeira ou outro material. Para ensinar a técnica, convidamos a artesã Fabiane para fez um quadro e mostrou em detalhes cada etapa do processo. Veja como é simples e escolha uma ilustração que combine com o tema do quarto para fazer o seu!!
Você vai precisar de:
• Tinta nas cores creme e amêndoa
• Verniz spray
• Goma-laca Indiana
• Acqua Betume
• Cola branca
• Pincéis 815, n° 18, e 533, n° 8
• Lixa n° 220
• Pano de limpeza
• Placa de madeira de 50 x 50cm
• Fotocópia colorida da gravura de sua preferência
1. Com o pincel 815 n° 18, passe uma demão de goma-laca indiana na placa de madeira. Aguarde a secagem por 20 minutos.
2. Com o mesmo pincel, passe uma demão de tinta creme e aguarde a secagem por mais 20 minutos.
3. Pinte as bordas com o pincel 533, n° 8 e a tinta de cor amêndoa. Aguarde a secagem.
4. Com o auxílio do pano de limpeza, passe delicadamente o Acqua Betume em toda a peça, como se fosse uma patina.
5. Passe a lixa 220 delicadamente sobre toda a peça.
6. Passe a cola branca na peça e cole a gravura.
7. Alise com o paninho para não deixar bolhas.
8. Aguarde 30 minutos e finalize aplicando o verniz em toda a peça.
Quadro pequeno.
MATERIAL EMPREGUE: Unho, em cor bronca Linha DMC Moutnè Especial, ras cores que figuram junto oo esquema. Umo agulha de bordar.
PONTOS EMPREGUES: Ponto de cruz.
REALIZAÇÃO: Dividir o linho. em 4 pores iguais com um alinhovo em ca controsionte. Centrai os motivos, coilondoos lios do linho lendo em cento que coda simbolo do esquema corresponde a 2 fios do linho em cado sentido. Bordor com 2 lios de linho DMC Mouliné especiai, sobre 2 fios do linho em coda sentido, seguindo o esquema.
CINTURÃO.
MATERIAL EMPREGUE: LinhaI DMC Cebélia, n210, em cor bege, cru esalmão.Fivela. Uma agulha de crochei adequado ã linha.
PONTOS EMPREGUES: Ponto de cordão, Ponto pequeno e Ponto alto: ver portos básicos. Ponto de Fantasia: trabalhar sobre um múN-pio de 2 p. + 1 p., seguindo o esquema.
REALIZAÇÃO: Tira comprida: Monlar 431 p. de cordão e conli- nuar em ponto de fantasio. A 4 cm. de largura, cortora linha e rematar. Presilha: Monlar 45 p. de cordão econtinuar em ponto de fantasia. A 2 cm de largura, cortar a linha e rematar. Fechar a presilha em redondo e unir em ponlo de lado. Passor a pre-silhc por um extremo da tira larga. Passar um extremo da tira pele fivela, dobrar pelo avesso do trabalho e coser a ponta de lado. Flor: Monlar 6 p. de cordão, fechar em redondo com 1 p. pequeno trabalhado no Io p. de cordão e continuar seguindo oesqtemo. Ao terminar o esquemo. cortar a linha e rematar. Fazer 4 flores em cor salmão, 4 fbres em cor cru e 4 llores em cor bege; uni-las em grupos de 3 fbres, uma de cada ca e coser sobre a tira comprida.
Porta alfinetes.
Materias:
• 1 garrafa PET transparente, de 600 ml
• Viés branco com poá
• Caneta hidrográfica
• Tecido azul com póa
• Linha para pesponto azul
• Gabarito de círculos
• Cola quente
• Enchimento
• Fita métrica
• Botões
• Agulha para costura
• Linha para costura n° 10
• Tesoura
• Molde
Posicione o molde sobre a marcação inferior da garrafa e transfira o risco, usando a caneta hidrográfica. Corte seguindo o risco, formando a cadeira.
Cole o viés em toda a borda da cadeira.
Usando o gabarito, componha um círculo com 8 cm de diâmetro no tecido dobrado.
Costure seguindo o risco.
Corte o excesso do tecido, deixando 1 cm a partir da costura.
Picote as laterais do tecido.
Corte o centro de um dos tecidos.
Vire o tecido para o lado correto.
Coloque o enchimento.
Costure a abertura do tecido.
Costure um botão no centro de cada lado do fuxico. Costure várias vezes, para que os botões fiquem firmes.
Repita os passos 3 a 10, compondo um círculo com 6 cm de diâmetro. Costure um botão no centro do fuxico.
Posicione o fuxico no encosto da cadeira e costure.
Coloque um botão e costure várias vezes para prender. Arremate.
Encaixe o outro fuxico no assento.
Porta retratos.
Materias:
• Tecido nas cores: azul, verde, rosa, verde estampado, amarelo estampado e rosa estampado
• Porta-retratos, pintado na cor desejada
• Tinta para tecido nas cores: siena e preto
• Pincel de cerdas duras
• Olhos para boneco
• Pincel n° 0
• Enchimento
• Flores de fita
• Cola quente
• Linha branca n° 0, ou linha para bordar
• Agulha para costura
• Linha para costura n° 10
• Laço de fita de cetim pequeno
• Fita métrica
• Tesoura
Corte quatro círculos de tecido amarelo estampado com 10 cm de diâmetro, três para a cabeça e um para o corpo.
Dobre três círculos ao meio, separadamente.
Sobreponha metade de dois tecidos dobrados e prenda com alfinete.
Entrelace outro círculo dobrado, para formar a cabeça.
Usando a linha n° 10, alinhave ao redor dos tecidos e retire os alfinetes.
Coloque o enchimento.
Arremate do lado avesso.
Para as orelhas, corte dois círculos de tecido amarelo estampado, com 5 cm de diâmetro. Dobre um dos círculos ao meio.
Alinhave a parte aberta.
Puxe a linha para franzir e arremate.
Siga o mesmo processo para compor a outra orelha.
Alinhave ao redor do círculo que sobrou no passo 1, para formar o corpo.
Coloque o enchimento e puxe a linha para fechar o fuxico.
Dê 2 nós para prender. Costure um dos lados do fuxico, para definir a parte superior do corpo. Arremate.
O corpo deve ficar assim.
Para as mãos, corte dois círculos de tecido amarelo estampado, com 6 cm de diâmetro. Repita os passos 15 e 16 para encher.
Costure duas vezes um dos lados do fuxico, para formar os dedos.
Componha a outra mão.
Para os pés, corte dois círculos com 7 cm de diâmetro, no tecido amarelo estampado. Repita os passos 15 e 16 para encher. Modele no formato desejado e costure.
Defina os dedos com a linha e arremate.
Para os balões, corte três círculos com 7 cm de diâmetro, usando tecidos lisos coloridos.
Repita os passos 15 e 16 para costurar um dos círculos e colocar o enchimento.
Modele o balão e costure.
Alinhave ao redor da ponta, para formar o nó do balão.
Puxe a linha para franzir e arremate dando 2 nós.
Repita os passos 25 a 28, para compor os outros balões.
Para a flor, corte cinco círculos com 5 cm de diâmetro, no tecido rosa estampado.
Dobre um dos círculos ao meio.
Costure o lado arredondado.
Costure todos os círculos seguindo os passos 31 e 32.
Costure a primeira pétala para fechar a flor. Arremate dando 2 nós e corte o excesso da linha.
Componha 3 flores.
Para a folha, corte seis círculos no tecido verde estampado, com 7 cm de diâmetro.
Dobre um dos círculos duas vezes ao meio.
Alinhave a parte arredonda.
Puxe a linha para franzir e arremate. Repita os mesmos procedimentos para compor as outras folhas.
Cole uma flor de fita no miolo de cada flor.
Fixe duas folhas nas laterais de cada flor.
Umedeça o pincel de cerdas duras na tinta siena e retire o excesso. Esfumace o centro das orelhas, os pés e a barriga do urso.
Cole os olhos plásticos nas áreas da cabeça.
Com o pincel n° O e a tinta preta, pinte o focinho e a boca. Deixe secar.
Cole as partes do urso.
Fixe na lateral do porta-retratos.
Corte três pedaços de linha n° 0, com 20 cm.
Una os fios, deixe 5 cm numa das pontas e dê um nó.
Cole o nó na mão do urso.
Cole os fios separadamente na parte superior do porta-retratos, deixando-os com tamanhos variados. Corte o excesso.
Fixe os balões.
Cole o laço sobre o nó da mão.
Cole as flores na parte inferior do porta-retratos.
Oratórios: peças tradicionais do Brasil colônia.
Ooratório foi introduzido no Brasil pelos portugueses e seu uso se difundiu a partir do século XVIII, com o Ciclo do Ouro em Minas Gerais, aparecendo também em residências da Bahia e Pernambuco. Peça importante do mobiliário colonial, o oratório fazia parte tanto das residências mais nobres quanto das mais modestas, sendo que algumas reservavam uma dependência só para eles.
Os mais comuns eram fabricados de madeira branca, possuíam duas portas, com ou sem almo-fadas, retangulares, quadradas ou em losangos. O arremate superior era entalhado e recebia detalhes dourados. Internamente, eram pintados geralmente em tons alegres, como vermelho e azul, decorados com flores furta-cor e detalhes dourados. Por fora, os oratórios recebiam tintas escuras, assim como a base, que às vezes tinha uma gavetinha própria para guardar o terço, objetos religiosos e ornamentações das imagens.
Muitas destas peças receberam a influência do estilo veneziano, pois Veneza era considerada a capital barroca do século XVIII. Além de imagens em marfim, madeira ou barro, os oratórios recebiam adereços como jarri-nhas com ramalhetes, toalhas de linho e renda, anjos e pias de água benta. Antes do final do século, começaram a surgir os oratórios grandes, conhecidos como “de dizer missa”, feitos em jacaran-dá com portas almofada-das e entalhadas. Por dentro, tinham espelhos emoldurados de dourado ou quadros do Senhor dos Passos. Nesta época, os oratórios menores passaram a ter uma única porta envidraçada, e às vezes eram guardados dentro dos maiores.
O requinte das peças com tampo de kilin.
As vezes, você tem a oportunidade de comprar retalhos de tapetes kilin em restauradores e até mesmo antiquários. Com eles, é possível criar peças decorativas e funcionais, atualmente muito usadas tanto no living quanto nos dormitórios: são as banquetas, cadeiras e bandejas com pés, para servir o café da manhã na cama, cujo tampo é forrado com estes retalhos e protegido por um plano de vidro. A base pode ser em madeira, laca ou cana-da-índia, e o resultado é surpreendente e requintado, além de estar muito na moda.












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